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10 de novembro de 2012

Savage Chickens

* Publicado originalmente no blog The Studio.

Que tal um pouco de humor "galináceo" para começar bem o seu weekend?


Para ver mais tirinhas das "galinhas selvagens", é só visitar o savagechickens.com. ;)

2 de maio de 2012

Olhos de poeta

Ah, como eu queria ter olhos de poeta.


Para ver mais tirinhas lindas como essa, vai no blog do Orlandeli.

18 de março de 2012

Redes


Ao alimentar seu ego suas redes, tome muito cuidado para não ser engolido. 
Para mais doses de reflexão em forma de humor, é só abrir a Caixa de Remédios. Se é recomendado pela Dra. Debs, é porque é bão! hehehe

16 de março de 2012

Mãe Natureza

Não sei se eu deveria rir ou chorar. 


- Ei, Mão Natureza! Eu não a vejo há um mês! Como vai?
* SOCO NO ÚTERO! *

12 de março de 2012

3 em 1 [Sobre o Adeus]

[para rir ou chorar] 
Como é sofrido o adeus, né gente? Quem sabe disso é o Gomez.


[para aumentar o som]
Mas pode ficar um mais fácil com uma boa trilha sonora: "Adieu", da fofa Coeur de Pirate.


[para declamar ao vento]
Dou adeus com "Farewell" de Pablo Neruda, traduzido como "Crepusculário".


Desde o fundo de ti, e ajoelhado 
um menino triste, como eu, nos olha. 

Pela vida que arderá nas suas veias 
teriam que amarrar-se nossas vidas. 

Por essas mãos, filhas das tuas, 
teriam que matar as minhas mãos. 

Pelos seus olhos abertos na terra 
verei nos teus lágrimas um dia. 



Eu não o quero, Amada. 

Para que nada nos amarre 
que nada nos una. 

Nem a palavra que perfumou tua boca 
nem o que disseram as palavras. 

Nem a festa de amor que não tivemos, 
nem os soluços junto à janela. 



(Amo o amor dos marinheiros 
que beijam e partem. 

Deixam uma promessa. 
Não voltam nunca mais. 

Em cada porto uma mulher espera: 
os marinheiros beijam e partem. 

Uma noite deitam-se com a morte 
no leito do mar. 



Amo o amor que se reparte 
em beijos, leite e pão. 

Amor que pode ser eterno 
ou que pode ser fugaz. 

Amor que quer libertar-se 
para voltar a amar. 

Amor divinizado que se chega 
amor divinizado que se vai.) 



Já não se encantarão meus olhos nos teus, 
já não abrandará junto a ti minha dor. 

Mas onde quer que vá levarei o teu rosto 
e onde quer que vás levarás a minha dor. 

Fui teu, foste minha. Que mais? Juntos demos 
uma volta no caminho por onde o amor passou. 

Fui teu, foste minha. Tu serás daquele que te amar, 
do que colher no teu jardim o que eu semeei. 

Vou-me embora. Estou triste: estou sempre triste. 
Venho dos teus braços. Não sei para onde vou. 

... Do teu coração diz-me adeus um menino. 
E eu digo-lhe adeus.